
Teto & baffles
A maior superfície disponível: essencial nas cantinas, ginásios e salas de grande volume.
Ver o teto & baffles →Solução ERP, escolas & coletividades
Cantinas, salas de aula, salas polivalentes, ginásios, creches: estes espaços ressoam e tornam a fala difícil de perceber. Numa escola, isso pesa na aprendizagem; num refeitório, o nível sobe acima dos 80 dB(A) e cansa crianças e pessoal. Painéis acústicos com certificação de fogo absorvem a reverberação, restabelecem a inteligibilidade e fazem baixar o nível sonoro de fundo. A ACOUSTELIO concebe estes painéis à medida para os seus estabelecimentos que recebem público, com o dossiê técnico pronto para a sua comissão de segurança.

O problema
Os ERP acumulam dois fatores que agravam a acústica: grandes volumes e superfícies duras, muitas vezes laváveis por razões de higiene. Azulejo, inox, envidraçados, betão, pavimentos lisos. Nada absorve o som, tudo o devolve. O ruído não se dissipa, ressalta de parede em parede e acumula-se. É a reverberação, e transforma o menor burburinho num estrondo contínuo.
Junta-se um mecanismo que qualquer pai conhece sem o nomear: o efeito Lombard. No ruído, cada um levanta espontaneamente a voz para se fazer ouvir. O vizinho faz o mesmo, e o nível sobe patamar após patamar. Num refeitório escolar cheio de crianças, o resultado ultrapassa muitas vezes os 80 dB(A), o equivalente a um tráfego rodoviário denso suportado durante todo o serviço. O pessoal de cantina aí passa o dia, todos os dias da semana.
Numa sala de aula, o problema toma outra forma: a voz do professor afoga-se na sua própria cauda sonora. Ao fundo da sala, um aluno já não distingue as palavras, apenas uma papa. A resposta adaptada não é gritar mais alto, é a correção acústica: colocar superfícies absorventes para reduzir o tempo de reverberação e tornar a fala nítida.



O desafio
Num ERP, o conforto sonoro não é um extra de bem-estar, é uma condição do funcionamento do espaço. Numa escola, a inteligibilidade da fala condiciona diretamente a aprendizagem: uma criança que não ouve claramente as instruções desliga, cansa-se, ou tem mais dificuldade do que outra se sofrer de um distúrbio de atenção ou de uma ligeira deficiência auditiva. Numa sala polivalente ou num ginásio, uma instrução de segurança deve ser percebida à primeira, sem repetição. O ruído não é, por isso, só um incómodo, toca na própria missão do estabelecimento.
O conforto sonoro é também uma questão regulamentar. Certos espaços, salas de aula, refeitórios escolares, espaços de receção, estão sujeitos a objetivos de tempo de reverberação, com a norma NF S 31-080 como referência de qualidade. Tratar a acústica é responder a estas exigências protegendo ao mesmo tempo a saúde auditiva dos ocupantes, crianças como pessoal exposto de forma prolongada.
Os nossos painéis absorvem até 85 % do ruído incidente (NRC 0,85) e têm certificação de fogo B-s1,d0, o nível esperado num estabelecimento que recebe público. O relatório de classificação e a ficha de absorção são fornecidos com cada encomenda. Ver as garantias & provas.
O que lhe custa
Quatro efeitos concretos de um ERP mal tratado, que a correção acústica inverte.
Quando a fala se afoga no eco, os alunos do fundo perdem parte das instruções. A compreensão baixa, o cansaço sobe, sobretudo para os mais novos e as crianças com distúrbio de atenção.
Um professor força a voz o dia inteiro para cobrir o ruído ambiente. Na cantina, o pessoal suporta um nível acima dos 80 dB(A) em cada serviço, fonte de esgotamento e de baixas.
Num ginásio ou numa sala polivalente que ressoa, um aviso de segurança passa mal. Repete-se, grita-se, e a mensagem fica confusa no momento em que devia ser límpida.
Um painel não classificado ao fogo é recusado pela comissão de segurança. O orçamento perde-se, a obra recomeça do zero. A conformidade de fogo não é opcional num ERP.






O método
Colocar painéis a olho é gastar um orçamento público sem garantia de resultado. Partimos sempre de um objetivo quantificado. O indicador-chave chama-se tempo de reverberação, ou Tr: o tempo que um som demora a decair depois de a fonte parar. Quanto mais longo, mais o espaço ressoa e mais a fala se torna confusa. É exatamente isso que torna uma cantina ensurdecedora e uma aula penosa de seguir.
Esta referência não é uma invenção caseira. A norma NF S 31-080 serve de referência de qualidade acústica e fixa objetivos consoante o uso do espaço. Para uma sala de aula, visa-se correntemente um Tr da ordem de 0,4 a 0,6 segundo. Para um refeitório ou um grande volume, o alvo é adaptado ao tipo de espaço e à sua altura de teto. Fixar este objetivo à partida dá um rumo mensurável para dimensionar a quantidade de superfície absorvente, em vez de um vago «queremos que seja menos barulhento».
Último ponto técnico que pesa em coletividade: o feltro PET trabalha sobretudo entre 250 e 4000 Hz, ou seja, a banda da voz humana. É precisamente aí que se joga a inteligibilidade de uma instrução ou de uma lição. Escolhemos então a espessura dos painéis, a sua implantação e a câmara de ar por trás deles em função deste alvo e do volume real do espaço, nunca segundo uma receita única aplicada a tudo.
Corrigir ou isolar?
Duas respostas para dois problemas diferentes. Num ERP, o desafio é quase sempre o eco interno, portanto a correção, não o isolamento.
As nossas soluções
Escolas, creches, cantinas, salas polivalentes, ginásios, receções.

A maior superfície disponível: essencial nas cantinas, ginásios e salas de grande volume.
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Na sala de aula e de atividade: melhoram a inteligibilidade da fala onde ela conta.
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Para estruturar salas polivalentes e espaços de receção, nas suas cores e com a sua imagem.
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Cada estabelecimento tem a sua restrição própria: o volume gigante de um ginásio, a higiene de um refeitório, a necessidade de inteligibilidade de uma sala de aula. A lógica, no entanto, é a mesma em toda a parte: identificar as superfícies duras que devolvem o som, depois opor-lhes apenas o absorvente necessário, no sítio certo. Eis como raciocinamos, espaço a espaço.
Sala de aula. Volume moderado mas superfícies duras e fala permanente. Tratamos em prioridade o teto com placas ou painéis de parede altos, complementados por algumas superfícies de parede. Objetivo: visar um Tr entre 0,4 e 0,6 segundo para que a voz do professor chegue nítida até ao fundo, sem que ele force.
Cantina e refeitório. O caso mais difícil. Grande volume, azulejo, inox, vidros, e um pico de ruído a cada serviço. Carregamos o teto com baffles suspensos, a superfície mais rentável, depois acrescentamos painéis de parede nos grandes panos. Fazer baixar o nível alguns decibéis muda radicalmente o ambiente e alivia o pessoal.
Sala polivalente e ginásio. Volumes enormes, alturas importantes, usos múltiplos. Os baffles de teto e grandes painéis de parede em altura quebram a cauda sonora para que os avisos e instruções se mantenham compreensíveis. Temos em conta a resistência ao impacto para um ginásio.
Creche e sala de atividade. Volumes pequenos muito vivos, onde o ruído cansa depressa os mais pequenos e as equipas. Alguns painéis de parede e elementos de teto, coloridos ou impressos, bastam para suavizar o ambiente tornando-se ao mesmo tempo decoração.
Câmara, biblioteca, lar de idosos, receção. Espaços de passagem e de troca onde a confidencialidade e o silêncio contam. Baffles de teto nos halls, painéis de parede nos pontos de reflexão, e uma parede-assinatura impressa que dá o tom logo à entrada. Num lar de idosos, reduzir o eco ajuda também os residentes com dificuldades auditivas a seguir uma conversa.
A diferença ACOUSTELIO
Para além do desempenho acústico, fornecemos as peças que garantem o seu projeto: relatório de classificação ao fogo e ficha de absorção. E como os nossos painéis se imprimem no feltro sem perder em absorção, uma cantina, um recreio coberto ou um corredor pode tornar-se um suporte pedagógico, um mural ou uma parede colorida, sem sobrecusto técnico. O conforto sonoro e a decoração chegam no mesmo gesto.
Adaptado aos concursos públicos e às coletividades. Pedir um estudo.

O orçamento
Pergunta legítima, sobretudo quando o dinheiro é público. Sejamos concretos. Um painel acústico à medida começa por volta dos 49 € consoante o formato e a impressão. O orçamento de um projeto depende sobretudo da superfície absorvente a instalar, portanto do volume a tratar e do nível de conforto pretendido. Uma sala de aula trata-se muitas vezes por algumas centenas de euros, um refeitório ou uma sala polivalente por alguns milhares, consoante a dimensão.
Em vez de um preço ao metro quadrado desligado do resultado, orçamentamos uma implantação que visa um objetivo acústico preciso, o famoso Tr. Paga o efeito obtido, não um empilhamento de painéis. O orçamento detalha a superfície tratada, os formatos, a eventual impressão e o prazo, o que facilita a decisão interna ou em reunião de câmara.
Para um concurso público ou uma consulta, fornecemos as peças administrativas úteis ao seu dossiê de consulta: orçamento detalhado, fichas de produto, relatório de fogo, ficha de absorção, e uma memória técnica se necessário. A entrega parte em DDP, direitos e taxas incluídos, sem custo escondido na receção. Para um agrupamento escolar ou vários sites, ajustamos as entregas e as instalações ao seu calendário de férias ou de obra.



Como funciona
Volume, materiais, objetivo de reverberação: avaliamos a necessidade.
Planta, quantidades, orçamento e peças técnicas em 48 h.
Fabrico à medida, relatório de fogo e ficha de absorção fornecidos.
Entregue DDP, instalado fora de presença, em 10 a 15 dias.
Envie a planta do seu espaço, estudo e peças técnicas em 48 h.
Pedir o meu orçamento gratuitoPerguntas frequentes



Numa aula ou numa cantina, o ruído não se resolve pedindo silêncio. Resolve-se absorvendo a reverberação, onde ela nasce: nas superfícies duras.
O princípio que aplicamos em cada espaço que recebe público, da creche ao ginásio.
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